Chris Daughtry tocando Pokerface da Lady Gaga.
AMEI!
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
(L)
E é bom assim... quando eu tô do lado dele e esqueço toda e qualquer podridão do mundo. Talvez o meu maior desejo nessas horas é que o tempo pare e eu possa me orgulhar cada vez mais do sorrisão bonito que esse hômi faz quando eu dou aqueles surtos doidos ou quando ele só sorri do nada.
Eu nunca pensei que sentiria o meu coração pulsando forte quando me passa pela cabeça: É exatamente isso que eu quero pra minha vida.
Quando aquela saudade besta e idiota que eu odeio tanto fica dentro de mim, parece que eu vou explodir mas o que me corforta, o que me agrada e o que fica na minha mente a maior parte do dia é que ele tá do meu lado, mesmo distante. Consigo sorrir por bobeira, falar dele o tempo inteiro pra minha mãe, deitar na cama e lembrar dele, pensar em algo criativo pra dar de presente, pensar naquela pele branca que dói a vista, naquele jeito arrogante por msn (sim, arrogante!) e doido pessoalmente, naquela disposição de vir atééééééé aqui em casa, na doação de sangue pra poder folgar no trabalho e vir me ver... E principalmente naquele dia que eu não vou me esquecer nunca... quando nem soube direito como me pedir em namoro! :P
Isso tudo não tem explicação. Isso tudo me faz completamente feliz.
Isso tudo... é TUDO pra mim.
Eu nunca pensei que sentiria o meu coração pulsando forte quando me passa pela cabeça: É exatamente isso que eu quero pra minha vida.
Quando aquela saudade besta e idiota que eu odeio tanto fica dentro de mim, parece que eu vou explodir mas o que me corforta, o que me agrada e o que fica na minha mente a maior parte do dia é que ele tá do meu lado, mesmo distante. Consigo sorrir por bobeira, falar dele o tempo inteiro pra minha mãe, deitar na cama e lembrar dele, pensar em algo criativo pra dar de presente, pensar naquela pele branca que dói a vista, naquele jeito arrogante por msn (sim, arrogante!) e doido pessoalmente, naquela disposição de vir atééééééé aqui em casa, na doação de sangue pra poder folgar no trabalho e vir me ver... E principalmente naquele dia que eu não vou me esquecer nunca... quando nem soube direito como me pedir em namoro! :P
Isso tudo não tem explicação. Isso tudo me faz completamente feliz.
Isso tudo... é TUDO pra mim.
From your face,
Your eyes are better to me.
You saved me,
you gave me just what I need.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Aulas!

Eu tenho que parar com essas minhas preguiças, com essa minha falta de disposição pra tudo.
Falta UMA semana pras aulas começarem e eu ainda nem me preparei psicologicamente. (Sim, psicologicamente! Vou estudar naquele colégio rosa.)
Enfim, tenho parado pra pensar tanto... e tenho esquecido de viver.
Era pra eu estar estudando feito doida, no entanto eu paro, olho pro livro, penso, penso, penso, fecho o livro e vou dormir. haha
Que triste!
Minhas férias estão no fim e eu nem se quer saí de casa. Não que eu esteja reclamando porque pude aproveitar bastante e ainda bem que eu não tô torrada do Sol.
Mãããs, acho que se eu tivesse colocado o pé na estrada uma vezinha só, eu teria sentido o cansaço que é viajar - algumas vezes - e me sentiria MEIO preparada pra cansaços diários.
Voltar à toda aquela rotina maGavilhosa, conhecer pessoas falsas, legais, diferentes, estranhas... e pela milésima vez tô trocando de colégio. (Me aquietarei esse ano!)
E a partir de agora tô dando um basta na minha preguiça, na minha indisposição, na minha vadiagem. Prometi a mim mesma que eu aproveitaria O MÁXIMO as férias pra dormir mais que o normal e pude fazer isso.
Então, lá vamos nós...Mais um ano.
(Último, espero! Se eu rodar, juro que me jogo do prédio mais alto que tiver.)
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Noite.

A noite traz os meus medos... mostra todo sentimento ressentido das pessoas.
Enquanto podemos observar um lindo céu estrelado e a lua - as vezes - tímida, podemos sentir o frio que chega nos arrepiando e fazendo pensarmos sobre a vida, sobre pessoas distantes, sobre sentimentos escondidos e até mesmo sentir falta de alguns momentos.
Aos meus 7 anos, quando eu olhava pela janela daquele imenso apartamento em frente a Lagoa Rodrigo de Freitas a noite, eu pudia sentir saudades da minha mãe que estava distante de mim por apenas 2 dias, eu pudia imaginar as famílias em casa. Algumas jantando, outras se preparando para ir dormir...
E então, teve aqueles momentos que eu não conseguia dormir. Quando eu ficava acordada por horas e horas. Enquanto a minha mãe não fosse dormir, eu não conseguia pegar no sono. Víamos filmes, ríamos de coisas engraçadas e quando sabíamos que ia faltar água, ficávamos até quase de manhã enchendo garrafas com a vovó. E, em uma dessas noites, eu achava que enquanto estivesse de noite, seria o fim de um dia. Não fazia sentido a mamãe me falar que à meia noite MESMO estando escuro, já era outro dia!
Naqueles momentos difíceis que eu pensava que alguns acontecimentos não iriam se repetir, quando eu pensava que - de alguma forma - a minha vida estava perdida diante tantos problemas na família, eu sentava do lado da mamãe, via ela chorando, me lamentava por não ter nada que eu pudesse fazer pra mudar tudo aquilo então eu chorava com ela. Dizia que tudo iria ficar bem novamente mas talvez falar coisas assim nunca é o bastante. Naquelas noites costumava fazer um frio...
E então ela me dizia: Tá com sono? A mamãe fica aqui, pode ir dormir, não precisa se preocupar.
Mas isso não entrava na minha cabeça, Naqueles olhos haviam medo do amanhã e a pior coisa que eu faria no mundo seria deixa-la ali sozinha, sem ao menos poder conversar comigo, mesmo sabendo que eu seria a última pessoa a saber sobre o que deveria ser feito.
Aquelas noites de viagens que o papai costumava sentir sono de madrugada quando estava dirigindo... pude notar a escuridão das estradas.
Uns lugares que as vezes parecem não existir!
Enquanto olharmos à frente, podemos ver a claridade do farol dianteiro do carro. Mas ao olhar pra trás - em uma estrada distante de toda e qualquer pessoa, recepção e sinal de seja lá o que for - era aquela escuridão que nem mesmo a lua podia amenizar. E quando parávamos em um hotel, daquela janela do quarto, via aquele mínimo fluxo de pessoas por ali... me fazia não entender como ainda existe pensões no meio do nada!
Os barulhos estranhos no telhado de casa, as péssimas notícias de grandes perdas daquela madrugada no Campo perto da casa da vovó ou até mesmo as noites longas e divertidas de carnaval.
Sentávamos na esquina da avenida e víamos os Bate-Bola, as crianças com suas fantasias, as mesmas pessoas passando por ali e nos cumprimentando, o medo dos tiros, as risadas sobre tombos, as fofocas sobre os outros, a hora de termos que ir dormir, o cheirinho de café em plena "Cinco horas da madrugada" e a mamãe levando o papai no portão pra ir trabalhar...
Essas noites... Todas essas noites me vêm na cabeça quando paro e sento na varanda de casa observando o silêncio da noite e a preciosidade que tem os mínimos sons que as vezes parecem sombrios ou até mesmo o vento frio que toca o nosso rosto.
Pude me recordar de tantos momentos da minha infância enquanto escrevia isso e é incrivelmente divino poder ter a satisfação e dizer que tudo tem o seu tempo.
Tudo acontece conforme tem de acontecer e eu jamais vivenciaria tais momentos novamente porque apesar de serem recordáveis - alguns deles - não seriam os mesmos, se vivenciados de novo.
Então, a minha memória vai ficando fraca e recordando de tais maneiras, gestos e fatos como um sonho que me falha ao dizer exatamente como foram tidos.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Like a dream.
Numa certa manhã, naqueles dias chuvosos em que podemos observar o sol escondido nas nuvens e somente o céu clareando, pude notar - enquanto estava caminhando pelas ruas - apenas três crianças dando gargalhadas de brincadeiras, saltitando por cima de poças d'água, de mãos dadas e, algo natural achar estranhíssimo.
Minha vista estava embaçada.
Como eu poderia estar vendo essas três crianças felizes em um amanhecer do dia, brincando n'uma rua deserta?
Conforme eu as observava atrás de uma mureta distante um pouco mais de 6 metros, esfregavava os olhos e a minha visão ia melhorando.
Não pude acreditar que cada vez mais que eu forçava a vista - via aquelas crianças com sacolas plásticas em volta de suas cabeças, sangues estampados e uma melancolia sem descrição em seus olhos.
E mesmo assim, os pulos, as gargalhadas e toda aquela visão completamente diferente dos sons emitidos.
(É, eu sonhei com isso!)
Minha vista estava embaçada.
Como eu poderia estar vendo essas três crianças felizes em um amanhecer do dia, brincando n'uma rua deserta?
Conforme eu as observava atrás de uma mureta distante um pouco mais de 6 metros, esfregavava os olhos e a minha visão ia melhorando.
Não pude acreditar que cada vez mais que eu forçava a vista - via aquelas crianças com sacolas plásticas em volta de suas cabeças, sangues estampados e uma melancolia sem descrição em seus olhos.
E mesmo assim, os pulos, as gargalhadas e toda aquela visão completamente diferente dos sons emitidos.
(É, eu sonhei com isso!)
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Meus sonhos maléficos e repugnantes voltam!
Não sei bem se alguns fatos ficam na minha cabeça por tempos e tempos... mas eu sempre me deparo com aqueles sonhos que mechem com as coisas que me machucaram/machucam e principalmente com os meus medos.
Eu tinha/tenho medos e quase a maioria veio à tona.
Não sei bem como poderiam me explicar sobre um sonho tido por 5 vezes em noites diferentes mas eu sei dizer o enorme medo que eu tinha e o enorme vazio que veio dentro de mim depois de acontecidos.
E por incrível que pareça, quase que exatamente as mesmas coisas.
(Acho que se eu sentisse medo de fantasmas, seria melhor depois de lidar com eles do que alguns sentimentos de perda! haha)
Eu tinha/tenho medos e quase a maioria veio à tona.
Não sei bem como poderiam me explicar sobre um sonho tido por 5 vezes em noites diferentes mas eu sei dizer o enorme medo que eu tinha e o enorme vazio que veio dentro de mim depois de acontecidos.
E por incrível que pareça, quase que exatamente as mesmas coisas.
(Acho que se eu sentisse medo de fantasmas, seria melhor depois de lidar com eles do que alguns sentimentos de perda! haha)
domingo, 7 de fevereiro de 2010
I know we're cool!
And after all the obstacles
It's good to see you now with someone else
And it's such a miracle that
You and me are still good friends
After all that we've been through
I know we're cool.
INCRÍVEL como algumas músicas falam por nós.
As vezes eu até penso que algumas coisas só acontecem comigo - mas essa música explica muita coisa.
Eu tenho certeza que AGORA está tudo bem.
E isso me conforta...
It's good to see you now with someone else
And it's such a miracle that
You and me are still good friends
After all that we've been through
I know we're cool.
INCRÍVEL como algumas músicas falam por nós.
As vezes eu até penso que algumas coisas só acontecem comigo - mas essa música explica muita coisa.
Eu tenho certeza que AGORA está tudo bem.
E isso me conforta...
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
So sad.
Algumas coisas acontecem que nos entristece profundamente...
As vezes nos baseamos em alguns presentes pra nos recordarmos de belas fases que já vivenciamos em nossa vida.
E tem certas coisas que nos fazem tão bem que as vezes deixamos de lado mas quando a gente percebe que estão ali, nos sentimos bem mostrando um gesto de carinho, mostrando o quanto amamos, o quanto são importantes pra nós.
Mas, tem uma certa hora que nós sentimos quando algo ou alguém vai nos deixar, quando a gente sente que algumas lembranças já estão ficando distantes da nossa mente.
E aí a gente fica mal. Profundamente mal...
Pensamos muitas vezes que nos tornamos alguém egoísta mas assim como o tempo apaga nossas piores lembranças, ele nos tira também nossos melhores momentos, aos poucos.
Vai entender...
So long, this is goodbye!
As vezes nos baseamos em alguns presentes pra nos recordarmos de belas fases que já vivenciamos em nossa vida.
E tem certas coisas que nos fazem tão bem que as vezes deixamos de lado mas quando a gente percebe que estão ali, nos sentimos bem mostrando um gesto de carinho, mostrando o quanto amamos, o quanto são importantes pra nós.
Mas, tem uma certa hora que nós sentimos quando algo ou alguém vai nos deixar, quando a gente sente que algumas lembranças já estão ficando distantes da nossa mente.
E aí a gente fica mal. Profundamente mal...
Pensamos muitas vezes que nos tornamos alguém egoísta mas assim como o tempo apaga nossas piores lembranças, ele nos tira também nossos melhores momentos, aos poucos.
Vai entender...
So long, this is goodbye!
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